É importante saber diferenciar as diversas funções da palavra QUE nas orações, principalmente quando é pronome relativo, muito
cobrado em concursos. Para ver questões sobre isso, pesquise, por exemplo, sobre pronome relativo em português na prática.
Que bela estava a noite!
PRONOME RELATIVO
Quando o QUE pode ser substituído por O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS. Representa uma função sintática qualquer e inicia
oração subordinada adjetiva em duas variações: restritiva ou explicativa. (Assunto bastante difundido neste blog).
1) O pássaro que pousou naquele galho está ferido (O que é pronome relativo)
Análise:
O pássaro está ferido = Oração principal
que pousou naquele galho = Oração subordinada adjetiva restritiva, ou seja, não são todos os pássaros. É apenas o que pousou naquele galho.
Função sintática do "que": sujeito. (que = pássaro)
que pousou naquele galho = O pássaro pousou naquele galho
2) A rosa, que é perfumada, enfeita o mundo (O que é pronome relativo)
Análise:
A rosa enfeita o mundo = Oração principal
que é perfumada = Oração subordinada adjetiva explicativa, ou seja, todas as rosas são perfumadas. Está se explicando que as rosas têm um perfume.
Função sintática do "que": sujeito. (que = rosa)
que é perfumada = A rosa é perfumada
PRONOME INTERROGATIVO
Usado numa frase interrogativa direta ou indireta. Tem função sintática.
Que desejas aqui? (que = objeto direto)
PRONOME INDEFINIDO
Em frases exclamativas, sempre unido a um substantivo. É pronome adjetivo, funcionando sempre como adjunto adnominal.
Que nota baixa!
ADVÉRBIO DE INTENSIDADE
Em frases exclamativas, quando modifica um adjetivo. Equivale a QUÃO. Sintaticamente, funciona como adjunto adverbial de
intensidade.
Que bela estava a noite!
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA CONSECUTIVA
Quando incia oração subordinada adverbial consecutiva. Veja prova resolvida com este assunto em português na prática - AOCP PRODEB 2008.
Minha mão tremia tanto que mal podia escrever. (A consequência de estar com a mão tremendo é não poder escrever)
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA INTEGRANTE
Quando inicia oração subordinada substantiva. Descubra, neste blog, o macete para detectar este tipo
de oração. Veja prova resolvida com este assunto em português na prática - CESGRANRIO PETROBRÁS 2008.
Pedi-lhe que me desculpasse. (que me desculpasse = oração subordinada substantiva)
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA CAUSAL
Quando incia oração subordinada adverbial causal. Veja prova resolvida com este assunto em português na prática ESAF ANA 2009.
Não vou à praia que o tempo está feio. (A causa de não ir à praia é o tempo feio)
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA COMPARATIVA
Quando incia oração subordinada adverbial comparativa. Veja prova resolvida com este assunto em português na prática CESPE SERPRO 2008.
Os pedestres se cruzavam pela rua que nem formigas apressadas. (comparação dos pedestres com as formigas)
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA CONCESSIVA (Concessiva do verbo conceder)
Quando introduz uma oração subordinada adverbial concessiva. Equivale a EMBORA. Veja prova resolvida com este assunto em português na prática ESAF ANA 2009.
Dez minutos que fossem, para mim, seria muito tempo. (na ordem direta: seria muito tempo embora fossem dez minutos)
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA FINAL
Quando inicia uma oração subordinada adverbial final. Equivale a PARA QUE. Veja prova resolvida com este assunto em português na prática FCC TRT/RS 2011.
Fiz-lhe sinal que se calasse. (....para que se calasse)
CONJUNÇÃO COORDENATIVA EXPLICATIVA
Quando inicia uma oração coordenada sindética explicativa. Veja a diferença entre oração subordinada adverbial causal e oração coordenada sindética explicativa.
Não solte balões, que podem causar incêndios.
CONJUNÇÃO COORDENATIVA ADVERSATIVA
Quando inicia oração coordenada sindética adversativa (pouco usual). Equivale a MAS.
Diga isso a ele, que não a mim. (..., mas não a mim)
INTERJEIÇÃO
Com ponto de exclamação e acento circunflexo.
Quê! Você não viu aquilo?!
PREPOSIÇÃO ACIDENTAL
Quando equivale a outra preposição, geralmente DE.
Tenho que sair agora.
PARTÍCULA EXPLETIVA OU DE REALCE
Quando pode ser retirado da frase sem alterar-lhe o sentido ou a análise.
Há dois dias que não saio.
Nós é que não iremos. (pertence a uma locução expletiva)
SUBSTANTIVO
Quando vem determinado por um termo qualquer. Deve ser acentuado e tem função sintática.
Ela tem um quê especial.
Questões que tratam deste assunto:
Questão 5 da prova do CESPE - TEC. SUPERIOR DETRAN/ES (2010)
Questão 11 da prova do CESPE - AGU (2010)
Questão 27 da prova da AOCP - DESENBAHIA (2009)
Você também pode se interessar por preposição.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
PREPOSIÇÃO
Palavra invariável que relaciona dois termos em uma frase, onde o sentido do primeiro (antecedente) é explicado ou completado pelo segundo (consequente). Entre eles pode haver relação de assunto, causa, companhia, especialidade, direção, finalidade, falta, instrumentos, lugar, meio, posse, modo, oposição, matéria, origem, tempo.
a + as = às
a + aquele = àquele
a + aquela = àquela
a + aquilo = àquilo
de + o = do
de + ele = dele
de + este = deste
de + isto = disto
de + aqui = daqui
em + esse = nesse
em + o = no
em + um = num
em + aquele = naquele
per + o = pelo
Obs2: A contração não é permitida quando o substantivo depois da preposição é sujeito de oração.
Eu estava perto dos meninos. (meninos não é sujeito de oração)
Perto de os meninos saírem da sala, cheguei ao colégio. (meninos é sujeito de oração)
Questões que tratam deste assunto:
Questão 38 da prova da AOCP - PREF. CAMAÇARI - BA (NÍVEL SUPERIOR - 2010)
Você também pode se interessar pelos artigos.
Vamos a alguns exemplos:
Viajei com Pedro (companhia)
Começaram a surgir argumentos contra eles (oposição)
Morreu de fome (causa)
O carro de Ana Lúcia consome muito combustível (posse)
Trabalha para viver (finalidade)
Conversavam alegremente sobre os acontecimentos do dia (assunto)
Eu me formei em Processamento de Dados (especialidade)
O sol subia no céu azul sem nuvens (falta)
Olhe para frente (direção)
Feriu-se com uma faca (instrumento)
Os Garcias entraram em casa calados (lugar)
Viajei de avião (meio)
Trabalhemos com alegria (modo)
Era uma casa de tijolos (matéria)
Descendia de família ilustre (origem)
Viajei durante as férias (tempo)
FORMA DAS PREPOSIÇÕES
Quanto à forma, as preposições podem ser:
a) SIMPLES, quando expressas por um só vocábulo.
As preposições SIMPLES podem ser essenciais ou acidentais.
Quanto à forma, as preposições podem ser:
a) SIMPLES, quando expressas por um só vocábulo.
As preposições SIMPLES podem ser essenciais ou acidentais.
Essenciais
a, ante, até, após, com, contra, de, desde, em, entre, para perante, por, sem, sob, sobre, trás
a, ante, até, após, com, contra, de, desde, em, entre, para perante, por, sem, sob, sobre, trás
Acidentais
conforme = de acordo com
consoante, segundo, durante, mediante, visto = devido a, por causa de
como
conforme = de acordo com
consoante, segundo, durante, mediante, visto = devido a, por causa de
como
b) COMPOSTAS (ou locuções prepositivas), quando constituidas de dois ou mis vocábulos, sendo o último deles uma preposição simples (geralmente de).
São LOCUÇÕES PREPOSITIVAS:
abaixo de
acerca de
acima de
a despeito de
adiante de
a fim de
além de
antes de
ao lado de
ao redor de
a par de
ao encontro de
apesar de
a respeito de
atrás de
através de
de acordo com
debaixo de
de cima de
defronte de
dentro de
depois de
diante de
de encontro a
embaixo de
em cima de
em frente a
em frente de
em lugar de
em redor de
em torno de
em vez de
em virtude de
graças a
junto a
junto de
em atenção a
para baixo de
para cima de
para com
perto de
por baixo de
por causa de
por cima de
por detrás de
por diante de
por entre
por trás de
acerca de
acima de
a despeito de
adiante de
a fim de
além de
antes de
ao lado de
ao redor de
a par de
ao encontro de
apesar de
a respeito de
atrás de
através de
de acordo com
debaixo de
de cima de
defronte de
dentro de
depois de
diante de
de encontro a
embaixo de
em cima de
em frente a
em frente de
em lugar de
em redor de
em torno de
em vez de
em virtude de
graças a
junto a
junto de
em atenção a
para baixo de
para cima de
para com
perto de
por baixo de
por causa de
por cima de
por detrás de
por diante de
por entre
por trás de
COMBINAÇÕES E CONTRAÇÕES
As preposições a, de, em e per (por) unem-se com outras palavras, formando um só vocábulo. Há combinações quando a preposição se une sem perda de fonema; se a preposição sofre queda de fonema, haverá contração.
* A preposição a combina-se com os artigos e pronomes demonstrativos o, os e com o advérbio onde, dando: ao, aos, aonde.
* As preposições a, de, em, per contraem-se com os artigos e, algumas delas, com certos pronomes e advérbios. Eis alguns exemplos:
a + a = à* A preposição a combina-se com os artigos e pronomes demonstrativos o, os e com o advérbio onde, dando: ao, aos, aonde.
* As preposições a, de, em, per contraem-se com os artigos e, algumas delas, com certos pronomes e advérbios. Eis alguns exemplos:
a + as = às
a + aquele = àquele
a + aquela = àquela
a + aquilo = àquilo
de + o = do
de + ele = dele
de + este = deste
de + isto = disto
de + aqui = daqui
em + esse = nesse
em + o = no
em + um = num
em + aquele = naquele
per + o = pelo
Obs1: Na fala popular, registram-se ainda as seguintes contrações: coa (com + a), coas (com + as), pro (para + o), pros (para + os), pra (para + a), pras (para + as) e dentre (de + entre).
Obs2: A contração não é permitida quando o substantivo depois da preposição é sujeito de oração.
Eu estava perto dos meninos. (meninos não é sujeito de oração)
Perto de os meninos saírem da sala, cheguei ao colégio. (meninos é sujeito de oração)
Questões que tratam deste assunto:
Questão 38 da prova da AOCP - PREF. CAMAÇARI - BA (NÍVEL SUPERIOR - 2010)
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quarta-feira, 9 de março de 2011
ARTIGOS
São palavras que antepomos aos substantivos para dar um sentido determinado ou indeterminado. Indicam, ao mesmo tempo, o gênero e o número deles. Dividem-se em:
1 - DEFINIDOS
o, a os, as (determinam os substantivos, seres definidos)
2 - INDEFINIDOS
um, uma, uns, umas (os substantivos são indeterminados, seres indefinidos)
Observem o diálogo abaixo:
- Alô, Dona Elza? É Carlos.
- Desculpe, foi engano. A Elza não mora aqui.
- A senhora poderia me dar um número de telefone dela?
- Eu não sei.
- Obrigado.
Observem que quando Carlos ouve a mulher dizer: "A Elza não mora aqui" significa que ela conhece a Elza. E quando ele pergunta sobre um número de telefone, ele não sabe de onde será, mas precisa falar com ela.
Os artigos podem unir-se às preposições a, de, em e por, formando combinações e contrações antes de substantivos:
MASCULINOS
ao, aos, do, dos, no, nos, pelo, pelos, num, nuns
FEMININOS
à, às, da, das, na, nas, pela, pelas, numa, numas
Exemplos:
Procuro uma casa para morar. (uma casa qualquer)
Comprei a casa do meu amigo. (a casa já é conhecida)
Tive um pneu furado; perguntei a um guarda onde havia um borracheiro.
Consertei o pneu; agradeci ao guarda e paguei ao borracheiro.
- ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE VOCÊ DEVE USAR O ARTIGO
1) antes de qualquer substantivo comum: a cidade, o lápis, um giz, uma flor
2) antes de nomes de pessoas, na linguagem familiar, ou quando existe amizade íntima: o Fernando, a Renata
3) antes de nomes próprios de lugar: o Brasil, o Tocantins. Algumas exceções: Portugal, Sergipe, Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso, etc.
4) antes de nomes de mares, rios, montes e constelações: o oceano pacífico, o mar morto, o Amazonas, etc.
5) antes de nomes de cidade quando acompanhadas por modificador: a Roma dos Césares, a velha Lisboa, etc.
6) antes de nomes próprios de obras de arte: a Íliada, a Divina Comédia, Os Sertões, etc.
7) antes de nomes próprios de embarcações: o Barroso (navio), a Gustavo Sampaio (fragata), etc.
- ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE VOCÊ NÃO DEVE USAR O ARTIGO
1) antes de substantivo tomado indeterminadamente: Não vou a teatro
2) antes de nomes de pessoas célebres ou de personagens de romances: Machado de Assis é o maior nome da literatura brasileira.
3) antes de nomes de pessoas citadas por inteiro: Joaquim Loureiro Cruz era homem severo.
4) antes de nomes de cidades:Lisboa, Coimbra, São José do Rio Preto. Há exceções: o Porto, o Rio de Janeiro, o Cairo.
5) antes de nomes de parentescos modificados por possessivo: meu pai, minha tia, sua prima.
6) antes da palavra casa quando indica lar, residência própria de quem fala ou daquele a quem se faz referência: Fui a casa para buscar dinheiro.
7) antes da palavra terra, quando antônimo de bordo: Chegamos a terra depois de um breve cruzeiro pelo Pacífico.
8) antes da palavra palácio, quando significa gabinete de trabalho de chefe de governo: O governador despachou em palácio.
9) antes de pronomes de tratamento: Vossa Excelência está atrasado.
10) antes dos pronomes relativos cujo, cuja, cujos, cujas: Este é o pai cujo filho está servindo na Marinha.
- QUANDO VOCÊ DEVE REPETIR O ARTIGO
1) quando os termos são antônimos: o dia e a noite.
2) quando os elementos coordenados designam diferentes pessoas ou coisas: O governador e o secretário do Interior participaram da reunião extraordinária.
3) quando se quer dar ênfase aos elementos coordenados: O amor, a afetividade, os afagos - tudo nela era perfeito.
4) na distinção de gênero e número: o pai e as filhas
- O USO FACULTATIVO DO ARTIGO
1) Antigamente os nomes Europa, Ásia e África não eram acompanhados de artigo, Tais nomes, assim como os de alguns países, quais Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Holanda e Flandres, podem vir desacompanhados de artigo, quando regidos de preposição. Assim: Vim de Europa ontem. Morei em Holanda muito tempo. Ela chegou de França há pouco. Estivemos em Éscócia o ano passado.
2) Não se tratando de nomes de parentesco, é facultativo o emprego do artigo antes de
possessivos. Assim, podemos usar: meu caderno (ou o meu caderno); minha amiga (ou a minha amiga), etc. No entanto, é comuníssimo no Brasil: o meu pai, a minha mãe, etc. Temos de convir, no entanto, que o uso do artigo, nestes casos, imprime afetividade à expressão.
Questões que tratam deste assunto:
Questão 11 da prova do CESPE - AGU (2010)
Você também pode se interessar por substantivos.
1 - DEFINIDOS
o, a os, as (determinam os substantivos, seres definidos)
2 - INDEFINIDOS
um, uma, uns, umas (os substantivos são indeterminados, seres indefinidos)
Observem o diálogo abaixo:
- Alô, Dona Elza? É Carlos.
- Desculpe, foi engano. A Elza não mora aqui.
- A senhora poderia me dar um número de telefone dela?
- Eu não sei.
- Obrigado.
Observem que quando Carlos ouve a mulher dizer: "A Elza não mora aqui" significa que ela conhece a Elza. E quando ele pergunta sobre um número de telefone, ele não sabe de onde será, mas precisa falar com ela.
Os artigos podem unir-se às preposições a, de, em e por, formando combinações e contrações antes de substantivos:
MASCULINOS
ao, aos, do, dos, no, nos, pelo, pelos, num, nuns
FEMININOS
à, às, da, das, na, nas, pela, pelas, numa, numas
Exemplos:
Procuro uma casa para morar. (uma casa qualquer)
Comprei a casa do meu amigo. (a casa já é conhecida)
Tive um pneu furado; perguntei a um guarda onde havia um borracheiro.
Consertei o pneu; agradeci ao guarda e paguei ao borracheiro.
- ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE VOCÊ DEVE USAR O ARTIGO
1) antes de qualquer substantivo comum: a cidade, o lápis, um giz, uma flor
2) antes de nomes de pessoas, na linguagem familiar, ou quando existe amizade íntima: o Fernando, a Renata
3) antes de nomes próprios de lugar: o Brasil, o Tocantins. Algumas exceções: Portugal, Sergipe, Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso, etc.
4) antes de nomes de mares, rios, montes e constelações: o oceano pacífico, o mar morto, o Amazonas, etc.
5) antes de nomes de cidade quando acompanhadas por modificador: a Roma dos Césares, a velha Lisboa, etc.
6) antes de nomes próprios de obras de arte: a Íliada, a Divina Comédia, Os Sertões, etc.
7) antes de nomes próprios de embarcações: o Barroso (navio), a Gustavo Sampaio (fragata), etc.
- ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE VOCÊ NÃO DEVE USAR O ARTIGO
1) antes de substantivo tomado indeterminadamente: Não vou a teatro
2) antes de nomes de pessoas célebres ou de personagens de romances: Machado de Assis é o maior nome da literatura brasileira.
3) antes de nomes de pessoas citadas por inteiro: Joaquim Loureiro Cruz era homem severo.
4) antes de nomes de cidades:Lisboa, Coimbra, São José do Rio Preto. Há exceções: o Porto, o Rio de Janeiro, o Cairo.
5) antes de nomes de parentescos modificados por possessivo: meu pai, minha tia, sua prima.
6) antes da palavra casa quando indica lar, residência própria de quem fala ou daquele a quem se faz referência: Fui a casa para buscar dinheiro.
7) antes da palavra terra, quando antônimo de bordo: Chegamos a terra depois de um breve cruzeiro pelo Pacífico.
8) antes da palavra palácio, quando significa gabinete de trabalho de chefe de governo: O governador despachou em palácio.
9) antes de pronomes de tratamento: Vossa Excelência está atrasado.
10) antes dos pronomes relativos cujo, cuja, cujos, cujas: Este é o pai cujo filho está servindo na Marinha.
- QUANDO VOCÊ DEVE REPETIR O ARTIGO
1) quando os termos são antônimos: o dia e a noite.
2) quando os elementos coordenados designam diferentes pessoas ou coisas: O governador e o secretário do Interior participaram da reunião extraordinária.
3) quando se quer dar ênfase aos elementos coordenados: O amor, a afetividade, os afagos - tudo nela era perfeito.
4) na distinção de gênero e número: o pai e as filhas
- O USO FACULTATIVO DO ARTIGO
1) Antigamente os nomes Europa, Ásia e África não eram acompanhados de artigo, Tais nomes, assim como os de alguns países, quais Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Holanda e Flandres, podem vir desacompanhados de artigo, quando regidos de preposição. Assim: Vim de Europa ontem. Morei em Holanda muito tempo. Ela chegou de França há pouco. Estivemos em Éscócia o ano passado.
2) Não se tratando de nomes de parentesco, é facultativo o emprego do artigo antes de
possessivos. Assim, podemos usar: meu caderno (ou o meu caderno); minha amiga (ou a minha amiga), etc. No entanto, é comuníssimo no Brasil: o meu pai, a minha mãe, etc. Temos de convir, no entanto, que o uso do artigo, nestes casos, imprime afetividade à expressão.
Questões que tratam deste assunto:
Questão 11 da prova do CESPE - AGU (2010)
Você também pode se interessar por substantivos.
domingo, 12 de dezembro de 2010
SUBSTANTIVOS
São palavras que nomeiam os seres reais, imaginários ou decorrentes de uma ação, qualidade ou estado.
Do ponto de vista funcional, o substantivo é a palavra que serve, privativamente, de núcleo do sujeito, do objeto direto, do objeto indireto e do agente da passiva.
Em 2010, tivemos eleições presidenciais no Brasil e a vencedora foi Dilma Rousseff. A pergunta é: como devemos chamá-la a partir de 2011? Qual o feminino de presidente?
Esta foi a grande dúvida de muitos telejornais. Uns dizem "A presidente, Dilma,...", outros dizem "A presidenta, Dilma,...". Quem está certo?
Resposta: As duas formas podem ser usadas segundo a gramática de Domingos Paschoal Cegalla.
O presidente (masculino) - A presidenta (feminino)
O presidente - A presidente (Substantivo comum de dois gêneros)
Feita esta observação inicial, vamos ao estudo dos substantivos.
Os substantivos classificam-se em:
a1) Simples - Apresentam apenas um radical.
garoto, árvore
a2) Compostos - Apresentam mais de um radical.
guarda-chuva, girassol
b1) Comuns - Os que designam seres da mesma espécie.
homem, país
b2) Próprios - Os que se aplicam a um ser particular.
Pedro, Brasil
c1) Primitivos - Não se originam de outra palavra.
laranja, pedra
c2) Derivados - Formam-se a partir de um primitivo.
laranjeira, pedreira
d1) Concretos - Os que designam os seres propriamente ditos. Seres de existência real ou que a imaginação apresneta como tais.
homem, cidade, Maria, Brasil, lobisomem
d2) Abstratos - Os que designam noções, ações, estados e qualidades, considerados como seres.
verdade, colheita, velhice, bondade
e) Coletivos - São os substantivos comuns que, no singular, designam um conjunto de seres ou coisas da mesma espécie. Abaixo segue alguns coletivos pouco conhecidos.
antologia - de textos seletos
arboreto - de árvores cultivadas
atilho - de espigas
cáfila - de câmelos
cainçalha - de cães
caterva - de animais, desordeiros, vadios
choldra - de malfeitores, canalhas, pessoas ordinárias
chusma - de criados, populares
fato - de cabras
grei - de gado miúdo, paroquianos, políticos
panapaná - de borboletas em banco migratório
plêiade - de pessoas notáveis, de sábios
réstia - de alhos, cebolas
ror - grande quantidade de coisas
tertúlia - de amigos, intelectuais, em reunião
OBSERVAÇÃO: Palavras de outras classes gramaticais podem ser substantivadas. Para isso, antepõe-se-lhes o artigo. Isto chama-se derivação imprópria. Mas a derivação imprópria não é somente a mudança de outra classe gramatical para a classe dos substantivos.
"O morrer pertence a Deus" (Raquel de Queirós)
FLEXÃO DOS SUBSTANTIVOS
=========================
Os substantivos podem ser flexionados em GÊNERO, NÚMERO E GRAU. Flexão é a propriedade que o substantivo possui para indicar gênero (masculino ou feminino), número (singular ou plural) e grau (aumentativo ou diminutivo).
1 - FLEXÃO DE GÊNERO
Gênero é a propriedade que as palavras têm de indicar o sexo real ou fictício dos seres. Para os nomes dos seres vivos, o gênero, em geral, corresponde ao sexo do indivíduo. Já nos seres inanimados, o gênero é puramente convenvional.
o homema vaca
o planeta
a pedra
FORMAÇÃO DO FEMININO
O feminino se realiza, mais frequentemente, de 3 modos diferentes segundo Cegalla:
- flexionando-se o substantivo masculino:
filho - filha
garoto - garota
- acrescentando-se ao masculino a desinência -a ou um sufixo feminino:
autor - autora
cônsul - consulesa
- utilizando-se uma palavra feminina com radical diferente
boi - vaca
homem - mulher
Observem como se formam os femininos de alguns substantivos:
Masculino - Feminino
elefante - elefanta
parente - parenta, parente
presidente - presidenta, presidente
mestre - mestra
gigante - giganta
oficial - oficiala
aviador - aviadora
avô - avó
charlatão - charlatã
hóspede - hóspeda, hóspede
monge - monja
sultão - sultana
arrumador - arrumadeira
embaixador - embaixatriz, embaixadora
deus - deusa, déia
papa - papisa
SUBSTANTIVOS UNIFORMES EM GÊNERO
Nestes casos, os substantivos não se flexionam, sendo diferenciados em alguns casos pela flexão do artigo ou adjetivo que os acompanha. Dividem-se em:
- epicenos: Designam certos animais e têm um só gênero, quer se refiram ao macho ou fêmea.
o jacaré (macho ou fêmea)
a cobra (macho ou fêmea)
- sobrecomuns: Designam pessoas e têm um só gênero, quer se refiram a homem ou a mulher.
a criança (menino ou menina)
a testemunha (homem ou mulher)
a vítima (ele ou ela)
- comuns de dois gêneros: Sob uma só forma, designam os indivíduos dos dois sexos. Para se diferenciar substantivos masculinos e femininos, nota-se a presença do artigo ou adjetivo junto a eles.
o colega - a colegaartista famoso - artista famosa
esse dentista - essa dentista
OBS1: Existem alguns substantivos com gêneros incertos. Seguem abaixo alguns desses substantivos com o gênero que os gramáticos preferem:
a cólera = doença infecciosaa personagem = pessoa importante, pessoa que figura numa história
a xerox (ou xérox - dupla prosódia) = cópia xerográfica, xerocópia
o diabetes ou diabete = doença que acumula açúcar no sangue
o telefonema = ligação telefônica
OBS2: O gênero dos nomes de cidade, em geral, são femininos.
a histórica Ouro Preto, a dinâmica São Paulo,...
Exceções: o Rio de Janeiro, o Cairo, o Porto
OBS3: Existem substantivos que têm um significado no masculino e outro no feminino.
o cabeça: chefe, líder - a cabeça: parte do corpo
o cinza: a cor cinzenta - a cinza: resíduos de combustão
o coma: perda dos sentidos - a coma: cabeleira
o crisma: óleo sagrado - a crisma: sacramento da confirmação
o guia: pessoa que guia outros - a guia: documento para efetuar pagamento
2 - FLEXÃO DE NÚMERO
Os números gramaticais, em português, são dois: singular e plural.
A formação do plural dos substantivos é feita de acordo com a terminação do singular deles.
- Substantivos terminados em vogal ou ditongo: acrescenta-se S ao singular.
mesa = mesas
javali = javalis
peru = perus
pai = pais
mãe = mães
Incluem-se nesta regra os substantivos terminados em vogal nasal. Como a nasalidade das vogais /e/, /i/, /o/ e /u/, em posição final, é representada graficamente por -m, e não se pode escrever -ms, muda-se o -m em -n. Assim:
bem = bens
flautim = flautins
som = sons
- Substantivos terminados em -r ou -z: acrescenta-se ES ao singular.
mar = mares
colher = colheres
rapaz = rapazes
cruz = cruzes
- Substantivos terminados em -al, -el, -ol, -ul: troca-se o -l final por IS.
animal = animais
papel = papéis
farol = faróis
paul = pauis (terreno alagadiço, pântano)
- Substantivos terminados em -il: flexionam-se de duas maneiras:
a) os oxítonos mudam -il em IS:
funil = funis
fuzil = fuzis
b) os paroxítonos mudam -il em EIS:
fóssil = fósseis
réptil = répteis
- Substantivos terminados em -m: já comentado anteriormente, troca-se o -m por NS.
atum = atuns
refém = reféns
- Substantivos terminados em -n: acrescenta-se S ou ES ao singular.
hífen = hifens ou hífenes
pólen = polens ou pólenes
abdômen = abdomens ou abdômenes
- Substantivos terminados em -s: aqui, aplica-se duas regras:
a) os monossílabos e oxítonos formam o plural mediante a acréscimo de ES.
gás = gases
país = países
b) os paroxítonos e proparoxítonos são invariáveis.
o pires = os pires
o ônibus = os ônibus
- Substantivos terminados em -x: como os paroxítonos terminados em -s, os poucos substantivos existentes finalizados em -x são invariáveis.
o tórax = os tótax
a fênix = as fênix
- Substantivos terminados em -ão: Flexionam-se de 3 maneiras:
a) Um número pequeno de oxítonos e todos os paroxítonos acrescentam S no final.
cidadão = cidadãos
cristão = cristãos
órfão = órfãos
órgão = órgãos
Neste grupo se incluem os nonossílabos tônicos chão, grão e mão, que fazem no plural chãos, grãos e mãos.
b) A maioria muda a terminação -ão em ÕES.
balão = balões
coração = corações
fração = frações
nação = nações
vulcão = vulcões
casarão = casarões
c) Um reduzido número muda -ão em ÃES.
alemão = alemães
pão = pães
capitão = capitães
OBS: Alguns substantivos em -ão ainda não encontraram uma forma definitiva para o plural, sendo a forma -ões a mais aceita.
sultão = sultões ou sultãos
verão = verões ou verãos
vilão = vilões ou vilãos
PLURAL DOS SUBSTANTIVOS COMPOSTOS
Os substantivos compostos formam o plural de acordo com as seguintes regras:
1) Pluralizam-se os dois elementos, unidos por hífen, quando ocorre:
1.a) substantivo + substantivo
cirurgião-dentista = cirurgiões-dentistas
couve-flor = couves-flores
decreto-lei = decretos-leis
1.b) substantivo + adjetivo
amor-perfeito = amores-perfeitos
guarda-noturno = guardas-noturnos
1.c) adjetivo + substantivo
boa-vida = boas-vidas
má-língua = más-línguas
1.d) numeral + substantivo
segunda-feira = segundas-feiras
sexta-feira = sextas-feiras
Exceções: os grão-mestres, os grã-finos, os terra-novas, os nova-iorquinos, os são-bernardos, os são-paulinos.
2) Varia apenas o segundo ou o último elemento, quando houver:
2.a) elementos unidos sem hífen
aguardente = aguardentes
varapau = varapaus
ferrovia = ferrovias
2.b) verbo + substantivo
guarda-roupa = guarda-roupas
bate-boca = bate-bocas
2.c) elemento invariável + palavra variável
sempre-viva = sempre-vivas
vice-presidente = vice-presidentes
2.d) palavras repetidas
quero-quero = quero-queros
tico-tico = tico-ticos
3) Varia apenas o primeiro:
3.a) Substantivo + preposição + substantivo
pé-de-moleque = pés-de-moleque
chapéu-de-sol = chapéus-de-sol
3.b) Quando o segundo elemento limita ou determina o primeiro, indicando finalidade, tipo, semelhança.
navio-escola = navios-escola
salário-família = salários-família
4) Os dois elementos ficam invariáveis quando houver:
4.a) verbo +advérbio
os bota-fora
os pisa-mansinho
4.b) verbo + substantivo plural
os saca-rolhas
os guarda-vidas
PLURAL DAS PALAVRAS SUBSTANTIVADAS
As palavras substantivadas apresentam, no plural, as flexões próprias dos substantivos:
Ouviam-se vivas e morras.
Ouça com a mesma serenidade os sins e os nãos.
PLURAL COM MUDANÇA DE TIMBRE
Certos substantivos formam o plural com mudança de timbre da vogal tônica (o fechado - o aberto). É um fato fonético chamado metafonia.
corpo (ô) = corpos (ó)
esforço = esforços
PARTICULARIDADE SOBRE O NÚMERO DOS SUBSTANTIVOS
Existem substantivos que só se empregam no singular: o sul, o norte, a fé, a esperança.
Outros, só no plural: óculos, núpcias, pêsames, férias.
3 - FLEXÃO DE GRAU
O grau dos substantivos é a propriedade que essas palavras têm de exprimir as variações de tamanho dos seres. São eles: aumentativo e diminutivo.
Um substantivo pode apresentar-se:
a) com a sua forma normal: chapéu. boca.
b) com sua significação exagerada, ou intensificada disforme (GRAU AUMENTATIVO): chapelão, bocarra, chapéu grande, boca enorme.
c) com sua significação atenuada, ou valorizada afetivamente (GRAU DIMINUTIVO): chapeuzinho, boquinha, chapéu pequeno, boca minúscula.
Podemos inferir das letras b e c que tanto o grau aumentativo como o diminutivo têm formas sintéticas e analíticas.
b.1) Aumentativo sintético: chapelão, bocarra.
Forma-se com sufixos aumentativos, sendo os mais comuns:
-aça: barcaça, barbaça
-aço: balaço, atrevidaço
-alha: muralha, fornalha
-ão (com as variantes -alhão, -arão, -zarrão, -arrão, -eirão, -zão): narigão, porcalhão, casarão, homenzarrão, gatarrão, vozeirão, pezão.
-arra: bocarra, naviarra
-ázio: copázio
-ona: mulherona, pernona
-orra: beiçorra, cabeçorra
-uça: dentuça
-aréu: povaréu, fogaréu
b.2) Aumentativo analítico: chapéu grande, boca enorme
Na linguagem publicitária se diz: liquidação monstro, megaevento.
c.1) Diminutivo sintético: chapeuzinho, boquinha
Forma-se com sufixos diminutivos: Eis os mais comuns:
-acho: riacho, fogacho
-ebre: casebre
-eco: livreco, jornaleco
-ejo: lugarejo, animalejo
-elho: rapazelho, grupelho
-eto, -eta: poemeto, saleta
-ete: filete
-ico: burrico, namorico
-im: espadim, flautim
-inho: livrinho, dedinho
-inha: casinha, janelinha
-zinho, zinha: irmãozinho, irmãzinha
-isco: chuvisco, pedrisco
-ito, -ita: mosquito, senhorita
-oca: sitioca, engenhoca
-ola: sacola, bandeirola, rapazola
-ote: velhote, serrote
-ucho: papelucho
-(c)ulo, -(c)ula: glóbulo, homúnculo
c.2) Diminutivo analítico: chapéu pequeno, boca minúscula
OBS1: Como podemos notar, os aumentativos e diminutivos exprimem também deformidade, desprezo ou troça (zombaria). Dizemos, por isso, que têm sentido pejorativo ou depreciativo.
Exemplos: gentalha, narigão, povinho.
OBS2: Muitas formas originariamente aumentativas e diminutivas adquiriram, com o correr do tempo, significados especiais, por vezes dissociados do sentido da palavra derivante. Neste caso, não se pode mais, a rigor, falar em aumentativo ou diminutivo. São, na verdade, palavras em sua acepção normal. Assim:
cartão
folhinha (calendário)
colchão
OBS3: Na linguagem coloquial, é comum o emprego de adjetivos com as flexões próprias do aumentativo e diminutivo. Exemplos:
menino bonzinho, garota bonitinha
moço bonitão, homem espertalhão
Note-se que essas formas aumentativas e diminutivas dos adjetivos equivalem, geralmente, a superlativos:
areia branquinha = areia muito branca
moço bonitão = moço muito bonito
OBS4: No plural dos diminutivos em -zinho e -zito, flexiona-se o substantivo no plural, retira-se o s final e acrescenta-se o sufixo diminutivo. Observem os exemplos:
pãe(s) + zinhos = pãezinhos
animai(s) + zinhos = animaizinhos
flore(s) + zinhas = florezinhas
pé(s) + zitos = pezitos
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domingo, 23 de maio de 2010
VERBO
É uma palavra que exprime ação, estado, fato ou fenômeno.
AÇÃO: O menino correu para pegar o ônibus.
ESTADO: Como estavam velhos!
FENÔMENO: Nevou em São Joaquim.
O verbo é palavra indispensável na organização do período. Dentre as classes de palavras, o verbo é a mais rica em flexões. Com efeito, o verbo reveste diferentes formas para indicar a pessoa do discurso, o número, o tempo, o modo e a voz. Ao conjunto ordenado das flexões ou formas de um verbo dá-se o nome de conjugação.
1. NÚMEROS
Como as outras palavras variáveis, o verbo admite dois números: o singular e o plural. Dizemos que ele está no singular quando se refere a uma só pessoa ou coisa e, no plural, quando se refere a mais de uma pessoa ou coisa.
SINGULAR: gosto, gostas, gosta
PLURAL: gostamos, gostais, gostam
2. PESSOAS
O verbo possui três pessoas: a primeira, segunda e terceira.
PRIMEIRA: representada pelos pronomes eu (singular) e nós (plural)
eu gosto
nós gostamos
SEGUNDA: representada pelos pronomes tu (singular) e vós (plural)
tu gostas
vós gostais
TERCEIRA: representada pelos pronomes ele (singular) e eles (plural)
ele gosta
eles gostam
3. TEMPOS VERBAIS
Os tempos situam o fato ou ação verbal dentro de determinado momento (durante o ato da comunicação, antes ou depois dele). São três os tempos verbais:
PRESENTE = Um fato ocorrido no momento em que se fala.
Agora eu leio.
PRETÉRITO (PASSADO) = Um fato ocorrido antes do momento em que se fala.
Imperfeito: Depois de entrar, ele trancava a porta.
Perfeito: Ele trancou a porta.
Mais-que-perfeito: Quando cheguei, ele já trancara a porta.
FUTURO = Um fato ocorrido após o momento em que se fala.
Do presente: Beatriz ganhará o prêmio.
Do pretérito: Beatriz ganharia o prêmio.
4. MODOS DO VERBO
Chamam-se MODOS as diferentes formas que o verbo toma para indicar a atitude (de certeza, de dúvida, de suposição, de mando, etc.) da pessoa que fala em relação ao fato que enuncia. São três os modos do verbo:
AÇÃO: O menino correu para pegar o ônibus.
ESTADO: Como estavam velhos!
FENÔMENO: Nevou em São Joaquim.
O verbo é palavra indispensável na organização do período. Dentre as classes de palavras, o verbo é a mais rica em flexões. Com efeito, o verbo reveste diferentes formas para indicar a pessoa do discurso, o número, o tempo, o modo e a voz. Ao conjunto ordenado das flexões ou formas de um verbo dá-se o nome de conjugação.
1. NÚMEROS
Como as outras palavras variáveis, o verbo admite dois números: o singular e o plural. Dizemos que ele está no singular quando se refere a uma só pessoa ou coisa e, no plural, quando se refere a mais de uma pessoa ou coisa.
SINGULAR: gosto, gostas, gosta
PLURAL: gostamos, gostais, gostam
2. PESSOAS
O verbo possui três pessoas: a primeira, segunda e terceira.
PRIMEIRA: representada pelos pronomes eu (singular) e nós (plural)
eu gosto
nós gostamos
SEGUNDA: representada pelos pronomes tu (singular) e vós (plural)
tu gostas
vós gostais
TERCEIRA: representada pelos pronomes ele (singular) e eles (plural)
ele gosta
eles gostam
3. TEMPOS VERBAIS
Os tempos situam o fato ou ação verbal dentro de determinado momento (durante o ato da comunicação, antes ou depois dele). São três os tempos verbais:
PRESENTE = Um fato ocorrido no momento em que se fala.
Agora eu leio.
PRETÉRITO (PASSADO) = Um fato ocorrido antes do momento em que se fala.
Imperfeito: Depois de entrar, ele trancava a porta.
Perfeito: Ele trancou a porta.
Mais-que-perfeito: Quando cheguei, ele já trancara a porta.
FUTURO = Um fato ocorrido após o momento em que se fala.
Do presente: Beatriz ganhará o prêmio.
Do pretérito: Beatriz ganharia o prêmio.
4. MODOS DO VERBO
Chamam-se MODOS as diferentes formas que o verbo toma para indicar a atitude (de certeza, de dúvida, de suposição, de mando, etc.) da pessoa que fala em relação ao fato que enuncia. São três os modos do verbo:
INDICATIVO = Exprime um fato certo, positivo:
Vou hoje.
Saíram cedo.
SUBJUNTIVO = Enuncia um fato possível, duvidoso, hipotético:
É possível que chova.
Se você trabalhasse. não passaria fome.
IMPERATIVO = Exprime ordem, proibição, conselho, pedido:
Volte logo.
Não fiquem aqui.
Sejam prudentes.
5. FORMAS NOMINAIS
Além desses três modos, existem as formas nominais do verbo, que enunciam simplesmente um fato, de maneira vaga, imprecisa, impessoal. São formas nominais do verbo:
O INFINITIVO
gostar, vender, partir
O GERÚNDIO
gostando, vendendo, partindo
O PARTICÍPIO
gostado, vendido, partido
6. VOZES DO VERBO
O fato expresso pelo verbo pode ser representado de três formas:
a) praticado pelo sujeito: (VOZ ATIVA)
João feriu pedro. (aqui o sujeito é agente, faz a ação verbal)
b) sofrido pelo sujeito: (VOZ PASSIVA)
Pedro foi ferido por joão. (aqui o sujeito é paciente, sofre a ação verbal)
A voz passiva, geralmente, é formada pelo verbo auxiliar SER + PARTICÍPIO DO VERBO PRINCIPAL. (VOZ PASSIVA ANALÍTICA)
A criança era conduzida pelo pai.
Como visto no exemplo, o verbo pode vir acompanhado de um agente, chamado agente da passiva. Este agente da passiva é o sujeito da voz ativa:
O pai conduzia a criança.
A passiva analítica, menos frequentemente, pode ser construída com outros verbos auxiliares:
A aldeia estava isolada pelas águas.
O cachorro ficou esmagado pela roda do ônibus.
A voz passiva também pode ser formada com a partícula apassivadora, com verbos transitivos diretos, denominando-se VOZ PASSIVA SINTÉTICA:
Vendem-se casas. (sujeito = casas)
Consertam-se fogões. (sujeito = fogões)
Regam-se as plantas de manhã cedo. (sujeito = as plantas)
Para se descobrir o sujeito de uma voz passiva sintética, transforma-se a frase em voz passiva analítica:
Casas são vendidas. (sujeito = casas)
Fogões são consertados. (sujeito = fogões)
As plantas são regadas de manhã cedo. (sujeito = as plantas)
Obs: O voz passiva acontece com verbos transitivos diretos.
c) praticado e sofrido pelo sujeito: (VOZ REFLEXIVA)
João feriu-se. (aqui o sujeito é agente e paciente, faz e sofre a ação verbal)
O verbo reflexivo é conjugado com os pronomes reflexivos me, te, se, nos, vos, se. Esses pronomes são reflexivos quando se lhes pode acrescentar a mim mesmo, a ti mesmo, a si mesmo, a nós mesmos, a vós mesmos, a si mesmos, respectivamente.
Olhou-se no espelho. (olhou a si mesmo)
7. VERBOS AUXILIARES
São os verbos que se juntam a uma forma nominal de outro verbo para constituir a voz passiva, os tempos compostos e as locuções verbais:
Somos castigados pelos nossos erros.
Tenho estudado muito esta semana.
O secretário vai anunciar os resultados.
8. CONJUGAÇÕES
Os verbos da língua portuguesa se agrupam em três conjugações, de conformidade com a terminação do infinitivo:
a) Os da primeira conjugação terminar em -ar: cantar, amar, gostar.
b) Os da segunda conjugação terminam em -er: vender, perder, sofrer.
c) Os da terceira conjugação terminam em -ir: partir, sair, vir.
Cada conjugação se caracteriza por uma vogal temática:
A - 1ª conjugação: cantar
E - 2ª conjugação: vender
I - 3ª conjugação: partir
Ao radical acrescido de vogal temática chama-se tema. Nos verbos supracitados os temas são canta, vende, parti.
9. ELEMENTOS ESTRUTURAIS DO VERBO
Devemos saber de que um verbo é composto. Ele possui na sua estrutura um radical, elemento básico, e uma terminação, que varia para indicar o tempo e o modo, a pessoa e o número. Vejamos alguns exemplos:
RADICAL - TERMINAÇÃO
cant - ar
vend - er
part - ir
cant - avas
vend - ia
part - ímos
Na terminação, encontramos alguns desses elementos:
Vogal temática: Caracteriza a conjugação
Desinência modo-temporal: Indica o modo e o tempo do verbo: na forma andaSSEmos, por exemplo, o elemento destacado denota o pretérito imperfeito do subjuntivo
Desinência número-pessoal: na forma andasseMOS, por exemplo, o elemento destacado configura a primeira pessoa do plural.
10. TEMPOS PRIMITIVOS E DERIVADOS
Os tempos são divididos em primitivos e derivados. Os primitivos são:
- o presente do infinitivo impessoal: amar, caber,...
- o presente do indicativo (1ª e 2ª pessoas do singular e 2ª do plural): digo, dizes, dizeis
- o pretérito perfeito do indicativo (3ª pessoa do plural): disseram
Os tempos derivados são formados a partir do radical dos primitivos. Observem:
1) O presente do infinitivo do verbo forma:
Exemplo: Caber
a) o pretérito imperfeito: cabia, cabias,...
b) o futuro do presente: caberei, caberás,...
c) o futuro do pretérito: caberia, caberias,...
d) o infinitico pessoal: caber, caberes,...
e) o gerúndio: cabendo
f) o particípio: cabido
2) O presente do indicativo forma:
Exemplo: digo, dizes, dizeis
a) o presente do subjuntivo: digo -> digas, digas...
b) o imperativo afirmativo: dizes -> dize; dizeis (dizei)
3) o pretérito perfeito do indicarivo forma:
Exemplo: disseram
a) o pretérito mais-que-perfeito do indicativo: dissera, disseras...
b) o pretérito imperfeito do subjuntivo: dissesse, dissesses...
c) o futuro do subjuntivo: disser, disseres...
11. FORMAÇÃO DO IMPERATIVO
Existe o imperativo afirmativo e o negativo.
O imperativo afirmativo é formado pelas segundas pessoas do presente do indicativo sem o s final e o restante das pessoas pelo presente do subjuntivo. O negativo é formado por todas as pessoas do presente do subjuntivo.
VERBO AMAR (IMPERATIVO AFIRMATIVO)
Tu amas (pres. indicativo) -> ama tu
Que ele ame (pres. subjuntivo) -> ame você
Que nós amemos (pres. subj.) -> amemos nós
Vós amais (pres. ind.) -> amai vós
Que eles amem (pres. subj.) -> amem vocês
VERBO AMAR (IMPERATIVO NEGATIVO)
Que tu ames -> não ames tu
Que ele ame -> não ame você
Que nós amemos -> não amemos nós
Que vós ameis -> não ameis vós
Que eles amem -> não amem vocês
ATENÇÃO!!
O verbo ser no imperativo afirmativo faz, excepcionalmente, sê (tu), sede (vós).
O imperativo não possui a primeira pessoa do singular (1ª) nem as terceiras pessoas (3ª). As formas verbais correspondentes aos pronomes de tratamento (você, vocês), embora revistam aspecto de terceira pessoa, verdadeiramente referem-se à segunda pessoa do discurso.
12. TEMPOS COMPOSTOS
Existem tempos compostos da voz ativa, passiva e as locuções verbais.
a) Tempos compostos da voz ativa - São constituídos de formas do verbo ter ou haver, seguidos do particípio do verbo principal:
a.1) Pretérito perfeito composto (presente do indicativo + particípio)
Tenho cantado
Tens cantado
Tem cantado
Temos cantado
Tendes cantado
Têm cantado
a.2) Pretérito mais-que-perfeito composto (imperfeito do indicativo + particípio)
Tinha vendido
Tinhas vendido
Tinha vendido
Tínhamos vendido
Tínheis vendido
Tinham vendido
a.3) Futuro do presente composto (fururo do presente simples + particípio)
Terei partido
Terás partido
Terá partido
Teremos partido
Tereis partido
Terão partido
a.4) Futuro do pretérito composto (futuro do pretérito simples + particípio)
Teria estudado
Terias estudado
Teria estudado
Teríamos estudado
Teríeis estudado
Teriam estudado
a.5) Pretérito perfeito (presente do subjuntivo + particípio)
Tenha cantado
Tenhas cantado
Tenha cantado
Tenhamos cantado
Tenhais cantado
Tenham cantado
a.6) Pretérito mais-que-perfeito (imperfeito do subjuntivo + particípio)
Tivesse vendido
Tivesses vendido
Tivesse vendido
Tivéssemos vendido
Tivésseis vendido
Tivessem vendido
a.7) Futuro composto (futuro simples do subjuntivo + particípio)
Tiver partido
Tiveres partido
Tiver partido
Tivermos partido
Tiverdes partido
Tiverem partido
a.8) Infinitivo impessoal composto ou Pretérito impessoal (infinito impessoal + particípio)
Ter cantado - Ter vendido - Ter partido - Ter estudado
a.9) Infinitivo pessoal composto ou Pretérito pessoal (infinitivo pessoal + particípio)
Ter estudado
Teres estudado
Ter estudado
Termos estudado
Terdes estudado
Terem estudado
a.10) Gerúndio composto ou Pretérito (gerúndio + particípio)
Tendo cantado - Tendo vendido - Tendo partido - Tendo estudado
b) Tempos compostos da voz passiva - Formam-se com o concurso simultâneo dos auxiliares ter (ou haver) e ser, seguido do particípio do verbo principal. Observem que, para compor estes tempos, basta acrescentar o particípio do verbo SER entre o verbo ter (ou haver) mais o particípio do verbo principal.
b.1) Pretérito perfeito composto (presente do indicativo + particípio de SER + particípio do principal)
Tenho sido guiado
Tens sido guiado
Tem sido guiado
Temos sido guiados
Tendes sido guiados
Têm sido guiados
b.2) Pretérito mais-que-perfeito composto (imperfeito do indicativo + particípio de SER + particípio do principal)
Tinha sido guiado
Tinhas sido guiado
Tinha sido guiado
Tínhamos sido guiados
Tínheis sido guiados
Tinham sido guiados
b.3) Futuro do presente composto (futuro do presente simples + particípio de SER + particípio do principal)
Terei sido guiado
Terás sido guiado
Terá sido guiado
Teremos sido guiados
Tereis sido guiados
Terão sido guiados
b.4) Futuro do pretérito composto (futuro do pretérito simples + particípio de SER + particípio do principal)
Teria sido guiado
Terias sido guiado
Teria sido guiado
Teríamos sido guiados
Teríeis sido guiados
Teriam sido guiados
b.5) Pretérito perfeito (presente do subjuntivo + particípio de SER + particípio do principal)
Tenha sido guiado
Tenhas sido guiado
Tenha sido guiado
Tenhamos sido guiados
Tenhais sido guiados
Tenham sido guiados
b.6) Pretérito mais-que-perfeito (imperfeito do subjuntivo + particípio de SER + particípio do principal)
Tivesse sido guiado
Tivesses sido guiado
Tivesse sido guiado
Tivéssemos sido guiados
Tivésseis sido guiados
Tivessem sido guiados
b.7) Futuro composto (futuro simples do subjuntivo + particípio de SER + particípio do principal)
Tiver sido guiado
Tiveres sido guiado
Tiver sido guiado
Tivermos sido guiados
Tiverdes sido guiados
Tiverem sido guiados
b.8) Infinitivo impessoal composto ou Pretérito impessoal (infinito impessoal + particípio de SER + particípio do principal)
Ter sido guiado
b.9) Infinitivo pessoal composto ou Pretérito pessoal (infinitivo pessoal + particípio de SER + particípio do principal)
Ter sido guiado
Teres sido guiado
Ter sido guiado
Termos sido guiados
Terdes sido guiados
Terem sido guiados
b.10) Gerúndio composto ou Pretérito (gerúndio + particípio de SER + particípio do principal)
Tendo sido guiado
c) Locuções verbais - Constituída de um verbo auxiliar seguido de gerúndio ou infinitivo do verbo principal:
Tenho de ir hoje
Não devem hesitar
Sandra veio correndo
O jornal voltou a circular
13. VERBOS REGULARES - São aqueles que mantêm o radical inalterado durante a conjugação, e as desinências são idênticas às do verbo paradigma. Verbo paradigma é aquele que serve de modelo à conjugação. Cantar, por exemplo, é verbo paradigma da 1ª conjugação; vender, da 2ª, e partir, da 3ª.
14. VERBOS IRREGULARES - São aqueles que sofrem modificação no radical ou os que têm a desinência diferente do do verbo paradigma. Ex:
Irregularidade na desinência: est-ar (est-ou), t-er (t-enho) - observem que a desinência do verbo paradigma, neste caso, é cant-o.
Irregularidades tanto no radical quanto na desinência: traz-er (troux-e).
15. VERBOS ANÔMALOS - São os que, durante a conjugação, apresentam radicais totalmente diferentes. Só existem dois:
- Ser: sou, és, fui- Ir: vou, ia, fui.
16. VERBOS DEFECTIVOS - São aqueles que não possuem algum tempo, algum modo ou alguma pessoa. Os principais são:
- Todos que indicam fenômeno da natureza: chover, ventar, nevar, etc. (Só aceitam conjugação completa quando usados em sentido figurado)
Ex:Ao final do jogo, choveram garrafas e pedras no árbitro
- Os verbos haver (quando sinônimo de fazer, existir, acontecer, realizar-se) e fazer (em orações que dão ideia de tempo).
Ex: Há muitas pessoas na fila.
Faz frio nesta região
- Todos os verbos unipessoais, isto é, os que só se conjugam na 3ª pessoa (do singular e do plural ou somente do singular).
Ex:Os cães latiram a noite toda
Convém chamarmos a polícia
- Alguns verbos da 3ª conjugação, tais como abolir, aturdir, colorir, demolir, emergir, falir, florir, remir, ressarcir, etc.
- Os verbos precaver-se e reaver, que no presente do indicativo só têm as primeiras pessoas do plural:
precavemo-nos, precavei-vosreavemos, reaveis
No imperativo afirmativo só têm a 2ª pessoa do plural:
prevavei-vos, reavei
Não têm imperativo negativo nem presente do subjuntivo. No mais, são conjugados normalmente.
17. VERBOS ABUNDANTES - São os que têm duas ou mais formas equivalentes, geralmente de particípio. Ex:
- Havemos e hemos: 1ª pessoa do plural do presente do indicativo do verbo haver
- Haveis e heis: 2ª pessoa do plural do presente do indicativo do verbo haver
- Entupes e entopes: 2ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo entupir
- Elegido e eleito: particípios regular e irregular do verbo eleger
- Acendido e aceso: particípios regular e irregular do verbos acender
18. VERBOS PRONOMINAIS: essenciais e acidentais - São os que sempre se conjugam com pronome de mesma pessoa que a do sujeito.
Essencias - São os que sempre se conjugam com pronome.Suicidar-se
Arrepender-se
Queixar-se
Os pronomes que os acompanham são chamados integrantes do verbo ou fossilizados, exatamente pelo fato de fazerem parte integrante do verbo.
Acidentais - São os que ora aparecem com pronome, ora não.
Lavar-se
Amar-se
Levantar-se
Note que podemos dizer:
Paulinho se lavou
ou
Paulinho lavou os pés.
19.1 Formas rizotônicas - São as formas verbais que têm o acento prosódico no radical. Ex: canto, cantas, canta, cantam.
19.2 Formas arrizotônicas - São as formas verbais que têm o acento prosódico fora do radical. Ex: cantamos, cantais.
Questões que tratam deste assunto:
Questão 8 da prova do CESPE - TEC. SUPERIOR DETRAN/ES (2010)
Questão 10 da prova do CESPE - AGU (2010)
Questão 8 da prova do CESGRANRIO - PETROBRAS SUPERIOR (2012)
Questão 10 da prova da FCC - TRT-MG (NÍVEL SUPERIOR 2009)
Questão 12 da prova da FCC - TRT-RS (TEC.JUD.2011)
Questão 44 da prova da AOCP - PREF. CAMAÇARI - BA (NÍVEL SUPERIOR - 2010)
Questão 17, 18 e 19 da prova da FCC - TRT-SE (TEC.2010)
Questão 5 da prova da CESPE - EMBASA (2009)
Questão 5, 8, 10, 17, 18, 28 e 30 da prova da FCC - TRT/MG (TÉCNICO/2009)
Questão 08, 15 e 20 da prova da FCC - TRT/CE - (ANALISTA/2009)
Questão 6 e 7 da prova da FCC - TRT/MA (TEC.JUD.2009)
Questão 66, 68 e 70 da prova da ESAF - ATA-MF/2009
Questão 34 da prova da AOCP - DESENBAHIA (2009)
Questão 2 da prova da CONSULTEC - PGE/BA (2008)
Questão 23 da prova da AOCP - PRODEB (SUPERIOR 2008)
Você também pode se iinteressar pela classificação das orações.
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